Steampunk Animals de Igor Verny

Que tal criar esculturas de animais a partir de peças velhas de carro, relógios, eletrodomésticos e outros equipamentos elétricos? É esse o belíssimo trabalho do artista russo Igor Verny, que dá vida ao que já não mais funciona ou tem utilidade.

Sua proposta de trabalho, denominada “Steampunk Animals” não é nova, até por se tratar de uma forma de arte existente desde o século 18, inclusive citada por Júlio Verne em suas histórias. O conceito por trás da idéia é fantástico e simplesmente lindo, pois une formas orgânicas a peças mecânicas, quase dando vida a sucatas.

Pra poder entender melhor, vamos mostrar as imagens ao invés ficar tentando explicar por palavras.

O grafite de Bruno Life

Graças a Deus – e a qualidade dos trabalhos, ficando cada vez mais lindos e bem feitos – as pessoas tem mudado bastante seus conceitos (ou preconceitos) sobre os grafiteiros e sua arte, que em minha humilde opinião, trazem ainda mais vida e cor para as cidades e centros urbanos, cinza concreto por essência.

Lembro-me que quando era pequeno ficava fascinado passeando pelas ruas de São Paulo, cidade que sempre serviu de tela para esses artistas. Aqui no nosso blog mesmo, já falamos do assunto em vários posts.

Hoje em dia essas pinturas estão se tornando profissão e até verdadeiras peças de arte. Que se destaque o trabalho  do artista Eduardo Kobra, brasileiro, e um dos maiores artistas contemporâneos do mundo nessa arte. Tendo trabalho expostos em Nova York, Tóquio, Cidade do México e diversas outras grandes cidades espalhadas pelo mundo.

E por falar em obra de arte, esse tipo de pintura tem saído das ruas e seus grandes muros para entrar em galerias e decorar salas dos mais variados gostos e estilos. Um desses artistas, que já ganhou até exposição, é o carioca Bruno Life, que como todo grafiteiro que se preze, começou nas ruas, mas depois de estudar belas artes na UFRJ, viu a oportunidade de ter suas obras decorando os mais variados ambientes. O mais engraçado é que sua primeira exposição, denominada “Fragmentos”, como explica o próprio nome, expunha fragmentos das grandes pinturas que ele fazia nas ruas, destacando apenas partes das obras como um todo. Mas com o passar do tempo, e vendo mercado para isso, passou a fazer pinturas mais especificas para o tamanho reduzidos das canvas dos quadros.

Dê uma bela olhada nos seus trabalhos e veja se não teriam espaço na sua sala ou escritório.

Carregado no preto

Ainda inspirados por nosso último post, em que falamos do provocante trabalho do artista Robert Gligorov, resolvemos seguir a mesma pegada apresentando o belíssimo trabalho desenvolvido pelo fotografo francês Benoit Court, que faz suas lindas fotografias pesando bastante no preto e no espaço negativo que ele gera.

É simplesmente lindo o balanço no contraste preto e branco e o trabalho de planos que ele consegue fazer para transmitir o que deseja, além do peso e importância dos elementos.

Caso fiquem interessados em ter alguns dos seus trabalhos na parede da sua casa, ele comercializa quase todas as fotos, através das sua loja virtual.

O provocante Robert Gligorov

Toda arte tem como objetivo provocar alguma coisa ou sentimento em quem a vê, seja alegria, dúvida, provoque alguma reação ou até desconforto, e é justamente este último que faz o artista contemporâneo Robert Gligorov em suas obras.

Nascido na Macedônia, e atualmente trabalhando em Milão, palco de grandes artistas, segue conceitos e ideias bastante provocantes e com o intuito de dar um choque de realidade ou sentimentos nas pessoas que param diante dos seus trabalhos. Segundo auto definição, suas obras são caracterizadas por momentos de doçura e harmonia, mas que tem como objetivo empurrar o espectador a uma dura reflexão sobre a existência do homem e seus sentimentos.

Complexo, né?! Então vale a pena dar uma boa olhada no seu trabalho e tirar suas própria conclusões.

Comerciais Piraquê

No mundo cheio de mimimi’s em que vivemos hoje dia, me surpreende que os comerciais da Piraquê, indústria de alimentos com foco em biscoitos – a goiabinha deles é das antigas e a melhor!! – tenham sido aprovados pelo cliente, até porque eles tem a pegada dos anos 80, época em que não haviam tantas regras podando a criatividade publicitária.

Os vídeos são divididos em duas partes, começando com o mundo da imaginação das crianças, que depois se transforma no “mundo real”, mostrando como o menino Pira chega à primeira cena usando os biscoitos.

Analise os vídeos e tire suas próprias conclusões:

1) Salgadinhos espaciais: Nesse vídeo, na parte da imaginação, a criança está no espaço com seu cachorro consertando uma nave espacial quando começa uma chuva de meteoros, mas que quando passa para o “mundo real” aparece o menino jogando os salgadinhos na cabeça do cachorro, incentivando o desperdício.
Juro que se meu filho faz isso, ele toma um cascudo.. rsrsrss…

2) Gergelim: O vídeo faz uma sátira com o personagem Magneto, dos X-Men, mostrando o menino trazendo um biscoito para si apenas usando o poder da mente, quando na realidade o cachorro, companheiro de aventuras do menino Pira, está puxando a toalha da mesa e derrubando tudo no chão, inclusive com o perigo de se queimar se houver alguma coisa quente sobre a mesa.

3) Cookies no lustre: O vídeo começa com um ataque alienígena feito por um cookie voador, transformando tudo em chocolate. Logo após mostra o menino Pira sendo abduzido por uma luz, que na “vida real” trata-se do lustre, que o menino além de estar em cima, ainda se balança. Surreal!!

O quarto é ate um pouco mais leves, mostrando apenas um ataque de tubarão… kkkk…

4) Goiabinha “Tubarão”

Tirando as criticas de pai de um menino bastante inventivo e ousado, e que com certeza vai fazer dessas “aprontanças”, adoro os comerciais.

Fica a dica também para goiabinha, uma delicia que me acompanha desde a época da escola. E olha que fa tempo isso…

As fotografias lúdicas de Jan Von Holleben

Como pai do Bruno, um belo, esperto e agitado garoto de 3 anos, tenho vivido muito o lado lúdico da vida, o que inclusive tem feito eu rever meus conceitos de cores e suas misturas, formas e seus usos, cheiros e seus efeitos, gostos e seus sabores… Enfim, só vivendo com elas para se sentir e saber a experiência do puro olhar de uma criança.

Pesquisando e recebendo dicas sobre atividades para os pequenos, encontrei em alguns sites belas imagens lúdicas, cheias de cores e estilo, e que também seguiam uma linha editorial. Curioso, como toda criança é (e deve ser), dei uma Googlada e cheguei ao nome de Jan Von Holleben, fotografo alemão. O que me deixou mais surpreso é que sua linha editorial, assim como eu já tinha identificado nas suas imagens, é muito bem formada e embasada, até por ter tido uma criação bem próxima a isso, tendo seu pai cinegrafista e sua mãe terapeuta infantil, e como “filho de peixe, peixinho é”, ele juntou as duas pontas e criou trabalhos fantásticos, que expressão muito bem a ludicidade das coisas.

Dá uma olhada e tire suas próprias conclusões. Vale a pena também conhecer seu site (feio), que tem muita foto legal e com sua digital.

Lembre-se, se gostou, não deixe de curtir e compartilhar!!

Comerciais Tigre

Nosso post de hoje surge apenas para homenagear a Tigre, empresa de tubos e conexões, e a Talent, agência de publicidade que a atente, por suas excelentes duas ultimas campanhas, a dos “Palavrões fofinhos”, em 2016, e a “Tô com obra”, agora em 2017, que em nossa humilde opinião, tratam-se das melhores peças produzidas e veiculadas nos últimos dois anos.

Parabenizamos a criatividade, a produção impecável, os atores, pessoal da agência e o cliente por criarem e aprovarem essas belíssimas ideias, que de tão simples se tornam fantásticas. As boas idéias merecem êxito!!

Curtam agora um pouco desse engraçadíssimo material:

Tô com Obra | Tatuador

Tô com obra | Amante

Tô com obra | Acidente

Palavrões fofinhos | Loja

Palavrões fofinhos | Casa

Palavrões fofinhos | Obra

Curtiu?! Então não esquece de compartilhar!!

Outlook

Sempre que começo um novo trabalho de site para alguma empresa que ainda não tenha essa ferramenta, o papo sempre se envereda pelos mesmos assuntos e observações:

1) O que é site, domínio e hospedagem e qual a diferença entre eles?
Site são os arquivos que compõem a estrutura montada e apresentada através do monitor, tablet ou smartphone ao se buscar determinado endereço (ou domínio), ou seja, tudo que aparece em termos de textos, imagens, vídeos, ferramentas, etc. Resumindo, tudo que vemos, ouvimos, clicamos ou acessamos numa página. Domínio, como já observado acima, trata-se do endereço do site, ou o famoso www.suaempresa.com.br e hospedagem é o espaço na internet onde os arquivos do site ficam armazenados, assim como os e-mails.
Resumindo, quando digitamos o endereço (ou domínio), somos redirecionados para a hospedagem (servidor), que por sua sua vez disponibilizará os arquivos do site no monitor do usuário.

2) A hospedagem só serve para guardar o site?
Não, a hospedagem tem um monte de funções e opções, incluindo umas das principais, que é o gerenciamentos de contas de e-mails relacionados ao domínio, que no caso do nosso exemplo acima, fica email@suaempresa.com.br, contato@suaempresa.com.br ou vendas@suaempresa.com.br, por exemplo.

3) E como eu faço para acessar esses e-mails da minha hospedagem?
Em sua maioria esmagadora, as empresas de hospedagem não oferecerem um webmail muito legal e atrativo, tanto em termos de usabilidade quanto de visual, ou pelo menos não como são o Gmail e o Hotmail, por exemplo, mais completos, com mais e melhores ferramentas e até mais espaço em nuvem, já que os e-mails da própria hospedagem ficam limitados ao tamanho total da mesma, que quanto mais espaço te disponibiliza, mais caro cobra pelo serviço.

É aqui que realmente começamos o post. Independente do e-mail que usa, seja Gmail, Hotmail, UOL, IG ou o da própria hospedagem, bom mesmo é trabalhar com o Outlook – um dos mais poderosos e robustos programas de gerenciamento de e-mails – para deixar tudo mais organizado. Além de gerenciar contas de e-mails, o programa ainda tem outras funções bastante úteis e práticas, como um calendário completo – que você usar para agendar compromissos e atividades – e um belíssimo gerenciador de contatos – que você pode incluir, editar e pesquisar facilmente seus contatos. E o mais legal, o programa é facilmente sincronizável com o Google e smartphones.

Outro ponto de fundamental importância é a facilidade em gerenciar diversas contas de e-mail ao mesmo tempo e num único lugar. Com ele, você pode cadastrar todas as suas contas, como: seuemail@gmail.com, seuemail@hotmail.com ou seuemail@suaempresa.com.br e recebe-los separadamente, cada um em sua pasta, mas no mesmo programa, tudo de maneira bastante facilitada. Para isso, basta configurar cada uma dessas contas no programa – que é a parte mais chatinha, pois deve-se atentar ao POP3, SMTP ou IMAP, palavrinhas que confundem a cabeça, mas depois que a entendemos tudo fica mais fácil. Para facilitar, existem diversos tutoriais ou vídeos ensinando como fazer essa configuração, basta dar uma pesquisada no Google que diversos links são apresentados. Ou, caso tenha muita dificuldade, peça ajuda, pois vale a pena o esforço.

Outro ponto fundamental para esse programa é que, quando bem configurado, você acaba utilizando seu próprio HD como espaço de armazenamento, o que facilita muito sua vida, pois ao invés do espaço disponibilizado pelo Gmail (15GB), Hotmail (15GB) ou por seu servidor (vária muito), por exemplo, o limite de armazenamento passa a ser seu próprio HD, ou seja, 500GB, 1TB, 2TB… enfim, o limite quem dá é você e seus HD’s.

Existe também a possibilidade de criar regras – e isso o Outlook faz melhor que os outros programas de gerenciamento de e-mail – onde falamos para ele os passos futuros ao da chegada do e-mail. Não entendeu?! Ok, é fácil de explicar. Por exemplo, tem como automaticamente separarmos por pastas as mensagens enviadas pelo chefe, pelos amigos, pela galera do futebol, jogar spams direto na lixeira, dar respostas automáticas, etc.

Uma dica muito importante é fazer constante backup e limpeza do Outlook, pois assim como vários programas – ou todos – uma hora ele pode “dar pau”, parar de funcionar, bugar ou como queira chamar quando ele quebra. Tendo esses backups, assim como acontecem nos smartphones (também quando bem gerenciados), caso quebrem, basta que reinstalemos o programas (no próprio computador, ou até em outro), recuperemos o backup e voilá, tudo pronto e de volta sem dor de cabeça.

Falamos aqui especificamente do Outlook, pois além de ser o mais famoso, ainda facilita por vir no pacote do Office, presente na maioria dos computadores com Windows, mas existem outras opções, como o Thunderbird, Mail (Mac) e vários outros. O que realmente importa e quisemos destacar é que, se você acessa seus e-mails direto da nuvem ou do navegador, você deveria repensar sua maneira de gerenciar seus e-mails, pois esse tipo de programa é sua melhor opção que você pode ter, ainda mais em ambientes profissionais, como empresas, escritórios ou consultórios.

A arte de Stamatis Laskos

Não nos tratamos de um blog de opiniões políticas, mas como um bom soteropaulistano que vos escreve, apesar de ter gostado muito da sua escolha como gestor público, João Dória, atual prefeito de São Paulo, que me desculpe, mas adoro ruas grafitadas, pois elas dão mais vida, cor e trazem o verdadeiro espirito urbano às cidades.

Em se tratando de administração pública, acredito que sua eleição foi uma das melhores coisas que aconteceram à cidade de São Paulo nos últimos anos, onde um mestre em administração de empresas – vide seu sucesso empresarial – desbancou uma trupe de políticos de idoneidade questionável, para tentar reerguer uma das maiores cidades do mundo, mas, que me desculpem o termo, “cagou no pau” ao tentar deixar a cidade com sua cara “mauricinha”, apagando diversos trabalhos dignos de grandes galerias de arte, dos muros e paredes da cidade.

Lembrei muito do fato vendo o trabalho do artista grego Stamatis Lascos, que com pinturas magnificas, se utilizando de representações estilizadas e cheias de vida, dá seu toque de arte à ruas, paredes, quadros e fachadas em seu país.

Vale muito a pena gastar alguns minutos apreciando suas belas obras de arte, além de torcer para que o “almofadinha” João Dória reveja a porcaria que fez e deixe de besteira com nossos artistas urbanos, tão valorizados por seu trabalho não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro.

Pantones reais

Quem trabalha na área publicitária, gráfica ou de comunicação em geral está bastante habituado a ouvir falar em Pantone, mas será que realmente sabem do que se trata?!

Para muitos, tratam-se apenas dos “nomes das cores”, para outros, um sistema de cores difícil de achar nos Corels e Photoshops da vida, para outros, um livrinho que sempre tem em gráficas apresentado vários tons de azuis, amarelos, verdes, etc. Ambos estão relativamente certos, mas o que uma minoria sabe é que por trás desse nome tão usado entre designers, impressores, criativos e vários outros profissionais, existe uma grande empresa com mais de 50 anos de mercado e mundialmente conhecida por seu sistema de cores, a Pantone Inc..

Em resumo, a Pantone trabalhava com cartões de cores para empresas cosméticas, apresentando as variações de pigmentos disponíveis para esmaltes, batons, sombras e todos as outras armas que deixam as mulheres ainda bonitas e irresistíveis. Lawrence Herbert, diretor da empresa em 1962, resolveu expandir os horizontes e aumentar “seu catálogo” de cores, criando um dos sistemas mais conhecidos e usados no mercado.

Funciona mais ou menos assim – usando-se o famoso CMYK (isso é assunto para um outro post) como exemplo e referencia – o amarelo puro, em se tratando de montagem da cor, é composto por 100% de pigmento amarelo e 0% de de pigmentos cian, magenta e preto; o amarelo escuro, por 100% de amarelo, 50% de preto e 0% de cian e magenta, e; o amarelo claro por 50% de amarelo e 0% de cian, magenta e preto.

Deve ter um monte de gente não entendendo nada…

O grande negócio é que o amarelo não apenas se resume a essas três tonalidades – amarelo puro, claro e escuro – mas a uma variação muito, mas muito grande mesmo. Só para se ter ideia, todas as cores, matizes e tonalidades existentes entre o vermelho e o laranja, são amarelas.

O que a Pantone fez?! Reuniu diversas dessas variações e lhes deu “nomes”, ou seja, identificou a forma de se chegar nessas cores. Por exemplo, o Pantone 101 C é formado por 68% de amarelo e 0% de cian, magenta e preto, ou; o Pantone Yellow UP é formado por 93% de amarelo e 0% de cian, magenta e preto. Deu pra entender?!

Mas o objetivo desse post não foi falar sobre a Pantone, como empresa e escala de cores – pelo menos em se tratando dos famosos catálogos, impressos ou nos próprios programas de editoração, fabricação de tintas, etc – mas sim mostrar o belo trabalho criado pelo pessoal do Tumblr Tiny PMS Match, que reuniu de forma muito criativa a representação desses Pantones na vida real, em objetos que fazem parte do nosso dia a dia. Assim dá pra entender um pouco melhor o que falamos.

Os monstros de Jansen

É extremamente poético o trabalho do artista e escultor cinético Théo Jansen, que trabalha suas verdadeiras obras de arte dando vida à esqueletos feitos de cano e pano, mas que se movimentam parecendo ter vida própria. Ainda mais quando vemos sua auto-avaliação sobre o belo trabalho que desenvolve: “onde sonha, em um futuro próximo, soltar suas criações na praia para que possam viver suas próprias vidas.”

Nós até poderíamos tentar explicar um pouco do seu trabalho, mas sinceramente, não entendemos muito bem como funciona – até porque ele vai longe na explicação – só sabemos que é lindíssimo! Pra se ter uma ideia, o cara já fez até disco voador!

Pra quem gosta das peças, seu site ainda conta com uma loja que vende dois dos seus “monstrinhos” em versão reduzida, mas que também funcionam, e pelo mostram os vídeos, devem ser bem divertidas de montar.

Eis aqui o vídeo de apresentação que se encontra no seu site, mas se pesquisar no Youtube vai achar vários outros fantásticos.

E os mini monstrinhos que você pode ter em casa são:

Um pouco mais de Elena Kalis

Há pouco tempo publicamos sobre o ensaio “Alice no país das maravilhas” debaixo d’água criado e clicado pela fotografa Elena Kalis, e como dissemos no próprio post, com certeza voltaríamos a falar dessa talentosa profissional que usa a água, ou o “embaixo d’água”, como estúdio para outras belíssimas criações.

Nascida nas Bahamas, país insular formado por um conjunto de mais de 3000 ilhas, tem na água que rodeia seu país, a fonte de inspiração para trabalhos simplesmente fantásticos. Como seu portfólio, além de maravilhoso, é bastante extenso, apresentaremos uma pequena amostra do seu potencial criativo, mas sugerimos que acessem seu site e vejam o repertório completo de belas imagens subaquáticas. Vale muito a pena!!

Fiquem com um pouco mais das belezas do mundo submarino clicadas por quem carrega a poesia da água no olhar. Curtam um pouco mais do trabalho de Elena Kalis.

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Homens X Mulheres

Como se afirma numa velha máxima do design – e arquitetura, decoração, paisagismo, urbanismo e mais um monte de especialidades onde o visual é o foco principal – “menos é mais”. E foi seguindo esse preceito que o ilustrador chines Yang Liu definiu, ou separou, homens e mulheres através do seu design minimalista mas cheio de significados.

A ideia não é nova, pois já vimos muitas delas no Facebook, Instagram, WhatsApp e outras mídias sociais, mas são tão interessantes e bem feitas que fica até difícil não entender a mensagem que passam. Me fazem até lembrar de uma das histórinhas mais divertidas e sinceras dessas que ilustram as diferenças entre homens e mulheres usando situações cotidianas, onde duas amigas que não se viam a muito tempo, se reencontram:

Amiga…. Você tá linda!!! Que cabelo é esse?! Toda malhada hein?! Corpinho show!
– E você querida, se deu bem na vida, hein?! Que look é esse? Tá divando!!

Depois de algum tempo de conversa, se despedem e seguem seu caminho pensando:

– Que mocréia que é essa?! Cheia de ruga na cara. E o cabelo, pelo amor de Deus, tá pela hora da morte!!
– Nossa, que coisa gorda e mal vestida foi essa miséria que vi agora. Parece uma melancia!! Fofoqueira dos infernos! Sai pra lá cobra!

Na mesma situação, mas num encontro entre dois amigos homens que não se veem a algum tempo:

– E ai puta?! Que porra de barriga do cabrunco é essa?! Engordou feladaputa?!
– Fala viadinho!! Cadê aquela gostosa da sua mãe?! E essa careca aí, passa lustra móveis?!

Após se despedirem:

– Cara brother esse. Gente fina demais. Já quebrou vários galhos.
– Aí sim é irmão!! Papo reto e sincero. Amigo pra toda hora.

Pois bem, vamos dar uma olhada nas ilustrações e entender melhor do que estamos falando.

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Johnnie Walker, Keep walking!

Confesso que não gosto nada de whiskys, alias, de bebida quente nenhuma, meu negócio é a boa e velha cerveja, mas aprecio os apreciadores – “Pode isso, Arnaldo?”.

Chega a ser engraçado o comportamento das pessoas diante dele.

– “Fui num casamento ontem.”
– “É?! Legal.”
– “Tinha Black Label e tudo…!”
– “Aí sim!! Foi mesmo?! Festa da zorra então, hein?!”

Já tentei experimentar diversas vezes, mas nunca, NUNCA, desce legal. E olhe que já experimentei a linha completa da Johnnie Walker.

Red Label: o mais consumido da linha, e conforme o próprio site da marca apresenta, “Muito versátil e universalmente atraente, com sabor intenso e vigoroso que se destaca mesmo quando misturado.”
Black Label: a partir dele começa a classificação por anos, com o mesmo tendo 12, já deixando-o no hall de bebidas de mais status.
Double Black: é basicamente uma série especial que deu certo e entrou na linha. Carrega consigo muito mais intensidade, tanto que no próprio site da empresa, indicam seu consumo com água para poder quebrar um pouco os sabores.
Gold Label: na categoria de idade, tem 15 anos, mas o que mais o destaca é o toque de mel em seu sabor e a cremosidade em sua textura. “Na minha humilde opinião de quem não gosta de whisky, é o mais gostoso da linha.”
Platinum Label: eis o único maior de idade da família, com 18 anos de maturação, e como reza a lenda das bebidas, quanto mais velha melhor.
Blue Label: o supra sumo da marca, o nectar dos deuses dos whiskys. Segundo definição da própria marca, “uma obra prima incomparável. Apenas um a cada dez mil barris possui a indescritível qualidade, personalidade e sabor para entregar “a notável assinatura de sabor” – Tá bom ou quer mais!?

Uma curiosidade bastante interessante sobre a marca, é que Recife, capital Pernambucana, é o maior público consumidor de Red Label do mundo, tendo inclusive, no ano de 2012, representado 40% do consumo mundial.

Mas vá lá, não estamos aqui para falar da bebida, mas da publicidade que elas fazem.

Já falamos aqui da belíssima campanha do Blue Label, em que o ator britânico Jude Law e o italiano Giancarlo Giannini, para apresentar todo o glamour do rótulo, fazem apostas entre cavalheiros, primeiro com um barco raro feito a mão e depois com um carro de corrida raríssimo, da década de 20 – “E não poderíamos esperar menos do rótulo mais importante – e caro – da marca”.

A marca Johnnie Walker possui ainda outras propagandas lendárias, que para não ficarem de fora da festa, serão apresentadas. No canal do Youtube, sendo maior de idade, você pode ver, se não todas, um grande número desses belos vídeos, que sempre destacam o homem, e sua eterna caminhada, como mote principal.

Apreciem sem moderação.

O Gigante acordou

Imortal

Você daqui 5 anos

O otimismo te leva mais longe

O homem que andou ao redor do mundo (Fantástica)

Bruce Lee

ANATEL, um serviço com a cara do Brasil

Há alguns meses tivemos problemas com a empresa que fornece internet para Mão de Doze – a qual, por motivos éticos, não iremos falar o nome – onde tínhamos 10MB contratados, mas que só fornecia no máximo 2MB. Ao todo, contando todos os protocolos gerados, foram 17, onde ligávamos, reclamávamos e obtínhamos sempre a mesma resposta:

– Senhor, não há nada errado com sua rede, provavelmente tem vírus no seu computador e ele está fazendo a velocidade da internet cair.

Mesmo achando um “imenso CAÔ”, todos os reparos solicitados foram feitos, incluindo formatação dos computadores e dispositivos da rede e troca do modem, gerando ainda mais custo, mas serviço continuava pífio e falho. Desse modo, resolvemos usar nosso direito de cidadãos brasileiros – como se tivéssemos algum – e entramos em contato com a ANATEL, Agência Nacional de Telecomunicações, quem regula a telefonia e internet nesse nosso Brasil Varonil, para registrar nosso problema. O que no final das contas não mudou em nada e só trouxe ainda mais dor de cabeça.

O telefone da ANATEL simplesmente não pegava, sempre chamando… chamando… e ninguém atendendo ou, quando atendiam, a ligação caia ou ficava muda. Como eles facilitam nossa vida ao máximo, – fica aqui um pouco de ironia – vimos que as reclamações também podia ser feitas através do site, o que apesar de parecer, não se configura em um processo tão fácil, inclusive para nós que trabalhamos com computadores e tecnologia o dia inteiro, pois trata-se de um site confuso, restrito e com pouquíssima facilidade de encontrar e usar as informações e recursos disponíveis.

Depois de muito quebrar a cabeça e gastar tempo procurando categorias, tipos de serviço, nomes de empresa – razão social, pois o nome fantasia facilitaria muito o processo, e não é isso que eles querem – e tentar adequar tudo isso ao que queríamos falar – pois não podemos falar qualquer coisa em qualquer lugar, já que o site simplesmente não deixa – conseguimos registrar nossa reclamação, e nos foi informado que a empresa tinha até 5 dias úteis para se posionar e, caso não o fizesse, que entrássemos novamente em contato para relatar o caso e abrir um novo protocolo.

Após 4 dias recebemos a ligação de retorno por parte da empresa, mas para nossa surpresa, foi uma ligação da TIM, empresa que não tinha nada a ver com o assunto e não havia sido citada em nenhum momento do processo. A atendente, solicitamente – e pra tirar a responsabilidade das costas – alterou a reclamação e a enviou de volta à ANATEL, que não mais se posicionou. Como ainda continuávamos pagando 10MB e recebendo 2MB, abrimos uma nova reclamação da ANATEL e após 4 dias recebemos outra ligação da TIM, que refez a reclamação e enviou de volta a ANATEL, que por sua vez, novamente se esqueceu do problema. No final das contas, além dos 17 protocolos gerados pela empresa de internet e outros 4 foram gerados em reclamações para ANATEL – e que sempre a mesma TIM respondia – até hoje, meses depois, não houve retorno algum por parte da ANATEL.

Após algum tempo, como chegaram novas empresas concorrentes, liguei para empresa da internet lenta para cancelar e mudar para uma nova, mas a atendente, dessa vez bastante solicita e simpática – bastante diferente das anteriores, que davam sempre a mesma resposta automática e lida na tela de um computador – explicou que estavam passando por um processo de atualização dos equipamentos e estrutura de dados e que “agora” estavam com um serviço muito melhor. Sem custo algum, pois antes tínhamos que pagar por visita, mandou um técnico ao local para checar se havia alguma falha na fiação e ainda aumentou o pacote para 15MB. Parece milagre, mas desse dia para cá, após 17 protocolos com a própria empresa, mais 4 com a ANATEL, troca desnecessária do modem e formatação de todos os computadores e dispositivos da rede, pagamos 10MB, dizem que nos deram 15MB e trabalhamos com 6MB.

Tá bom de mais!!! Triplicamos os 2MB que tínhamos…. rsrsrsrs…

Esse texto não vale como reclamação contra empresa X ou Y, mas sim contra o governo, governantes, entidades, empresas e bancos públicos, secretários, prefeitos ou fantasmas, sejam eles vermelhos ou azuis, “Fora Temer” ou “Fora Dilma”, esquerda ou direita, é mais um desabafo de quem está cansado de pagar caro por serviços ruins. A conta sai muito cara pra gente!

Não temos números reais para apresentar, mas tentem imaginar quanto nos custa uma agência como a ANATEL – pois o dinheiro injetado nela sai do nosso bolso – e quanto de retorno temos com as ações que ela toma, o que ela nos oferece, a qualidade do serviço e no retorno que temos. Vale a pena a relação custo beneficio?!

ANATEL, mais um órgão com a cara do Brasil.

Alice no país das maravilhas debaixo d’água

Alice no país das maravilhas, livro do escritor inglês Lewis Carroll, trata-se de um “clássico” daqueles que merecem tal titulo com louvor, pois com mais de 100 anos de história, ainda é um dos romances mais lembrados para decoração de festas, estampas de roupas, adaptações para o cinema e ensaios fotográficos. E foi justamente através de um desses ensaios que conheci o magnifico trabalho da fotografa Elena Kalis, das Bahamas.

Tratando-se de um país insular, ou seja, rodeado de água por todos os lados, foi desse elemento fundamental para o nós, seres humanos, e tão comum em sua vida, que surgiu a inspiração para o ensaio “Alice no país das maravilhas debaixo d’água”. O resultado ficou maravilhoso, pois se utilizou do “peso” da água dar mais dramaticidade às fotos, além de transmitir efeitos simplesmente fantásticos.

Nesse post, mostraremos apenas as imagens desse ensaio, mas prometemos voltar com mais uma postagem dessa fotografa bastante talentosa e criativa, que usa a água, e o belíssimo mar das Bahamas, como fonte de inspiração e “estúdio”.