Dreamweaver

Tendo seu boom em meados dos anos 90, a internet pode ser considerada um marco para a história da humanidade, inclusive mudando uma geração inteira que nasceu depois da sua expansão, que se fez ainda mais forte depois da  entrada de notebooks, tablets e smartphones a preços mais acessíveis no mercado. Hoje em dia, quase todo mundo tem acesso a internet diariamente ou pelo menos 3 vezes por semana – além de estarem ficando com a colina torta de tanto ficar em cima desses equipamentos.

A grosso modo, trata-se de um sistema global de computadores, tablets, smartphones ou qualquer outro dispositivo, conectados e com acesso a uma rede interligada, que se utiliza de um conjunto de protocolos padrões da internet, para servir usuários do mundo inteiro, a qualquer hora que estes precisarem. Hoje estamos a apenas um clique de quase tudo, sendo vigiados a todo momento e dependendo da tecnologia em rede para viver e até sobreviver.

É como diz um grande amigo: “O smartphone (internet) se tornou a extensão do meu cérebro. Quando quero lembrar ou me informar de alguma coisa, bastam poucos cliques e a informação aparece.” Acontece o mesmo na hora de comprar, se comunicar, se divertir, discutir ideias e mais um montão de coisas.

Existem diversos elementos acessíveis ou interativos que podemos usufruir com acesso a internet, como músicas, vídeos, informação, documentos e um dos mais importantes, os sites, que facilitam a reunião de todo esse conteúdo de forma muito mais comoda e segmentada para necessidade de cada usuário. Os sites basicamente são um conjunto de páginas web, ou hipertextos, locadas num servidor, disponibilizadas a partir de um endereço (URL), que apresenta esses arquivos a qualquer usuário interessado no assunto pertinente ao site ou nele contido. Funciona mais ou menos assim: a internet é uma grande biblioteca, os sites são os livros, cujos nomes são as URL’s, que precisam ficar em prateleiras, estas representadas pela hospedagem.

Sendo os sites a base da internet, o que realmente falaremos é sobre o desenvolvimento dos mesmos, sua construção e possibilidades.

Pra começar, o que vemos na tela, ou seja, o layout, é uma representação visual dos códigos que são a base da programação dos mesmos, que chamamos de HTML. Mais ou menos como vimos no filme “Matrix”, o verdadeiro site é seu código fonte, ou se preferir, um monte de linhas de códigos que na tela se traduz no que vemos ao navegar por uma página.

html script highlight

 

Mas como criar e editar esse código fonte que é a base para qualquer site?! Tendo as linhas de códigos escritos como base, as páginas tem que ser todas feitas através de digitação ou existe algum programa que possa facilitar o processo?!

Pois bem, esses códigos não precisam ser digitados na “mão grande” como se diz por aí, mas se deve ter um bom conhecimento de todas a sua estrutura (html | head | title | body), linhas de escrita, códigos ou qualquer outro elemento que componha uma página.

Um grande facilitador na construção, configuração e gerenciamento de uma página na internet é o Dreamweaver, programa desenvolvido pela antiga Macromedia, comprada em 2005 pela poderosa Adobe, dona de outros programas referencia em seus segmentos, como o Photoshop, o Flash e até o visualizador de arquivos em PDF, o Adobe Reader, entre tantos outros.

O programa teve seu inicio como um simples editor de códigos que possuía alguns recursos facilitadores na criação do conteúdo das páginas, ou seja, criava elemento mais básicos, que antes eram feitos apenas na base da digitação, como tabelas, edição de texto mais facilitada e inclusão de imagens, por exemplo. Aos poucos foram sendo incorporados ainda mais recursos de programação, como o suporte a PHP, ASP, ColdFusion, JSP, CSS e, mais atualmente, o HTML5.

Seu grande sucesso, inclusive, pode ser atribuído a essa atualização constante por que passa, sempre se adaptando as novidades da internet e suas programações.

Outro ponto a se destacar é quanto sua facilidade de uso, possuindo 3 interfaces de trabalho: a código, a design e uma mista, que mostra as duas ao mesmo tempo. Na visualização “Design”, por exemplo, por trabalhar completamente sem acesso ao código fonte, deixa qualquer usuário, principalmente os mais inexperientes, mais a vontade para dar seus primeiros passos na ferramenta.

E ai, se animou para conhecer mais a fundo esse magnifica ferramenta de edição de linguagens web?! É uma boa dica para quem quer se profissionalizar em uma área com um bom campo de atuação, até porque hoje em dia, quem não está na internet, não existe.

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