X
Menu

A história do Corel Draw

A história do Corel Draw

No meio do design e da publicidade existe a eterna briga de qual o melhor programa de edição vetorial, se o Corel Draw ou o Illustrator. Particularmente, por usar esses programas apenas para trabalhar com desenhos, cliparts, formas, editoração de textos e criações mais rápidas – até porque na Mão de Doze preferimos ferramentas mais completas como o Photoshop – eu opto mais pelo Corel, por ser mais simples e dinâmico, mas de forma alguma deixo o Illustrator de lado, afinal de contas, ele é o Photoshop dos vetores, um programa muito mais completo e cheios de opções (que falaremos mais pra frente).

Por idade, como antiguidade é posto, o Corel sai na frente, já que foi lançado em 1989, pela empresa canadense Corel Corporation, e seu concorrente apenas em 1995, época em que o Corel já estava em sua 6ª versão. Além do Illustrator, programa mais usado profissionalmente falando, o Corel ainda conta com dois outros concorrentes de menor peso mas nem por isso menos usados, como o Macromedia Freehand e o Inkscape.

A grande revolução em sua criação foi justamente ser a primeira ferramenta a trabalhar com fontes nos mais diversos tamanhos (indo de 0,01pt a 400pt), processo que antes só era feito com a ajuda de postscript de impressão. Em suas 17 versões no decorrer dos anos, muita coisa vem sendo melhorada e incorporada, como:

– Ferramenta envelope (Corel 2), que permite a distorção de textos usando formas primárias;
– Inclusão do Corel PhotoPaint (Corel 3), que permitiu a edição de imagens em bitmap;
– Customização da interface e inclusão das ferramentas Poligono, Espiral, Garfo e Borracha, além de alguns plugins que possibilitavam o uso ou criação de objetos 3D (Corel 6);
– Opção de edição em HTML e conversor de vetor para bitmap (Corel 7);
– Facilidades ainda maiores para desenhos livres e vetorizações, com a inclusão das guias dinâmicas, ferramenta de preenchimento interativo e outros ajustes de pontos (Corel 12);
– Identificação rápida de fontes, espelhamento de textos, melhor e mais dinâmica formatação de textos e suporte à arquivos RAW de câmeras profissionais (Corel X4);
– E mais atualmente, em sua ultima versão, o Corel X7, controle total sobre preenchimentos e transparências, mecanismo específico para controle de gradientes e transparência em cores individuais e várias outras melhorias.

Como não sou tão velho, comecei a trabalhar na versão 10, conhecendo poucos que trabalhavam em versões anteriores, até por não ser um programa tão usado e difundido como é hoje. Mas posso dizer que já trabalhei em máquinas com a versão 8 quando a X3 já estava sendo comercializada, regredindo 9 anos na evolução do programa e me batendo para fazer coisas bastante simples que só foram disponibilizadas em versões mais novas. Hoje em dia está cada vez mais fácil usar o programa, até porque a partir da versão X5 dentro do próprio programa começou a vir tutoriais mais robustos de uso para suas ferramentas.

No pacote do programa, ou suíte de aplicativos, além do Corel em si, acompanham outros programas, aplicativos de suporte e conteúdo, como:

– Photo-Paint: Edição de imagens;
– PowerTrace: Rastreamento de bitmap para vetor;
– Connect: Localizar de conteúdo;
– Capture: Captura de tela;
– Website Creator: Design de sites;
– Photozoom: Plug-in para aumento de fotos digitais;
– ConceptShare: Ferramenta de colaboração on-line

Além de aplicativos de suporte, como assistente de código de barras, conteúdo diverso, como imagens e cliparts, e mais de 5 horas de vídeo treinamento.

No site da própria Corel, a suíte de aplicativos “Versão Completa” custa a bagatela de R$ 1349,00 (1499,00), mas em outros sites se costuma achar versões mais em conta.

E você, prefere Corel ou Illustrator?!

Categorias

Acompanhe-nos no Facebook